Quinta-feira, 19 de Junho de 2008

Justissimo

GASÓLEO A 0,80€ PARA OS IATES

 O Governo democrático e maioritário do PS tem por hábito quando é confrontado com realidades, apontar os canhões para o PSD, seu parceiro do «Bloco Central de Interesses».

Mas agora, todos ficam a saber :  os que têm iates e embarcações de recreio que através do Artº 29 do Cap. II da Portaria 117-A de 8 de Fevereiro de 2008, beneficiam de gasóleo ao preço do que pagam os armadores e os pescadores.

Assim todos os portugueses são iguais perante a Lei, desde que tenham iates…

É da mais elementar justiça que os trabalhadores e as empresas que tenham carro a gasóleo o paguem a 1,42€, e os banqueiros e empresários do 'Compromisso Portugal' o paguem a 0,80€, e é justo, porque estes não têm culpa que os trabalhadores não comprem iates!!!
 


Porreiro pá !

 
 


sinto-me:

publicado por nuno1 às 15:44
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Sábado, 14 de Junho de 2008

...

 

GANHAR NA SECRETARIA
 
  • Não, não vamos falar do “ apito dourado” ou de qualquer outro caso futebolístico. Falamos sim do referendo irlandês que “ chumbou” o chamado Tratado de Lisboa.
Na altura em que escrevemos o assunto tem sido objecto de vários debates nas estações televisivas. Assistimos a uns que se realizaram .na RTP1, SIC, Sicnotícias e RTPN.
Outros terá havido.
Por exemplo, o doutor Durão Barroso defendeu que o tratado deve continuar..isto não obstante estar escrito no plano jurídico que é necessária a aprovação de todos os países.
A doutora Elsa Ferreira por seu lado disse que era preciso repetir o referendo na Irlanda…como quem diz “ se não vai a bem vai a mal”.
Mas não vimos nenhum jornalista questionar porque é que não se fizeram referendos nos restantes países da União nem porque é que simplesmente se tinha ignorado os anteriores “ não” em referendos fritos na França e Holanda a versões similares do tratado.

Que os senhores que entendem governar em nosso nome defendam interesses muito particulares, percebe-se. Mas os jornalistas..pelo menos aqueles que se dizem independentes…têm a obrigação de questionar e não simplesmente dizer” ámen” a tudo quanto lhesaparece

GANHAR NA SECRETARIA
 
  • Não, não vamos falar do “ apito dourado” ou de qualquer outro caso futebolístico. Falamos sim do referendo irlandês que “ chumbou” o chamado Tratado de Lisboa.
Na altura em que escrevemos o assunto tem sido objecto de vários debates nas estações televisivas. Assistimos a uns que se realizaram .na RTP1, SIC, Sicnotícias e RTPN.
Outros terá havido.
Por exemplo, o doutor Durão Barroso defendeu que o tratado deve continuar..isto não obstante estar escrito no plano jurídico que é necessária a aprovação de todos os países.
A doutora Elsa Ferreira por seu lado disse que era preciso repetir o referendo na Irlanda…como quem diz “ se não vai a bem vai a mal”.
Mas não vimos nenhum jornalista questionar porque é que não se fizeram referendos nos restantes países da União nem porque é que simplesmente se tinha ignorado os anteriores “ não” em referendos fritos na França e Holanda a versões similares do tratado.

Que os senhores que entendem governar em nosso nome defendam interesses muito particulares, percebe-se. Mas os jornalistas..pelo menos aqueles que se dizem independentes…têm a obrigação de questionar e não simplesmente dizer” ámen” a tudo quanto lhesaparece

GANHAR NA SECRETARIA
 
  • Não, não vamos falar do “ apito dourado” ou de qualquer outro caso futebolístico. Falamos sim do referendo irlandês que “ chumbou” o chamado Tratado de Lisboa.
Na altura em que escrevemos o assunto tem sido objecto de vários debates nas estações televisivas. Assistimos a uns que se realizaram .na RTP1, SIC, Sicnotícias e RTPN.
Outros terá havido.
Por exemplo, o doutor Durão Barroso defendeu que o tratado deve continuar..isto não obstante estar escrito no plano jurídico que é necessária a aprovação de todos os países.
A doutora Elsa Ferreira por seu lado disse que era preciso repetir o referendo na Irlanda…como quem diz “ se não vai a bem vai a mal”.
Mas não vimos nenhum jornalista questionar porque é que não se fizeram referendos nos restantes países da União nem porque é que simplesmente se tinha ignorado os anteriores “ não” em referendos fritos na França e Holanda a versões similares do tratado.

Que os senhores que entendem governar em nosso nome defendam interesses muito particulares, percebe-se. Mas os jornalistas..pelo menos aqueles que se dizem independentes…têm a obrigação de questionar e não simplesmente dizer” ámen” a tudo quanto lhesaparece

GANHAR NA SECRETARIA
 
  • Não, não vamos falar do “ apito dourado” ou de qualquer outro caso futebolístico. Falamos sim do referendo irlandês que “ chumbou” o chamado Tratado de Lisboa.
Na altura em que escrevemos o assunto tem sido objecto de vários debates nas estações televisivas. Assistimos a uns que se realizaram .na RTP1, SIC, Sicnotícias e RTPN.
Outros terá havido.
Por exemplo, o doutor Durão Barroso defendeu que o tratado deve continuar..isto não obstante estar escrito no plano jurídico que é necessária a aprovação de todos os países.
A doutora Elsa Ferreira por seu lado disse que era preciso repetir o referendo na Irlanda…como quem diz “ se não vai a bem vai a mal”.
Mas não vimos nenhum jornalista questionar porque é que não se fizeram referendos nos restantes países da União nem porque é que simplesmente se tinha ignorado os anteriores “ não” em referendos fritos na França e Holanda a versões similares do tratado.

Que os senhores que entendem governar em nosso nome defendam interesses muito particulares, percebe-se. Mas os jornalistas..pelo menos aqueles que se dizem independentes…têm a obrigação de questionar e não simplesmente dizer” ámen” a tudo quanto lhesaparece

GANHAR NA SECRETARIA
 
  • Não, não vamos falar do “ apito dourado” ou de qualquer outro caso futebolístico. Falamos sim do referendo irlandês que “ chumbou” o chamado Tratado de Lisboa.
Na altura em que escrevemos o assunto tem sido objecto de vários debates nas estações televisivas. Assistimos a uns que se realizaram .na RTP1, SIC, Sicnotícias e RTPN.
Outros terá havido.
Por exemplo, o doutor Durão Barroso defendeu que o tratado deve continuar..isto não obstante estar escrito no plano jurídico que é necessária a aprovação de todos os países.
A doutora Elsa Ferreira por seu lado disse que era preciso repetir o referendo na Irlanda…como quem diz “ se não vai a bem vai a mal”.
Mas não vimos nenhum jornalista questionar porque é que não se fizeram referendos nos restantes países da União nem porque é que simplesmente se tinha ignorado os anteriores “ não” em referendos fritos na França e Holanda a versões similares do tratado.

Que os senhores que entendem governar em nosso nome defendam interesses muito particulares, percebe-se. Mas os jornalistas..pelo menos aqueles que se dizem independentes…têm a obrigação de questionar e não simplesmente dizer” ámen” a tudo quanto lhesaparece

GANHAR NA SECRETARIA
 
  • Não, não vamos falar do “ apito dourado” ou de qualquer outro caso futebolístico. Falamos sim do referendo irlandês que “ chumbou” o chamado Tratado de Lisboa.
Na altura em que escrevemos o assunto tem sido objecto de vários debates nas estações televisivas. Assistimos a uns que se realizaram .na RTP1, SIC, Sicnotícias e RTPN.
Outros terá havido.
Por exemplo, o doutor Durão Barroso defendeu que o tratado deve continuar..isto não obstante estar escrito no plano jurídico que é necessária a aprovação de todos os países.
A doutora Elsa Ferreira por seu lado disse que era preciso repetir o referendo na Irlanda…como quem diz “ se não vai a bem vai a mal”.
Mas não vimos nenhum jornalista questionar porque é que não se fizeram referendos nos restantes países da União nem porque é que simplesmente se tinha ignorado os anteriores “ não” em referendos fritos na França e Holanda a versões similares do tratado.

Que os senhores que entendem governar em nosso nome defendam interesses muito particulares, percebe-se. Mas os jornalistas..pelo menos aqueles que se dizem independentes…têm a obrigação de questionar e não simplesmente dizer” ámen” a tudo quanto lhesaparece

GANHAR NA SECRETARIA
 
  • Não, não vamos falar do “ apito dourado” ou de qualquer outro caso futebolístico. Falamos sim do referendo irlandês que “ chumbou” o chamado Tratado de Lisboa.
Na altura em que escrevemos o assunto tem sido objecto de vários debates nas estações televisivas. Assistimos a uns que se realizaram .na RTP1, SIC, Sicnotícias e RTPN.
Outros terá havido.
Por exemplo, o doutor Durão Barroso defendeu que o tratado deve continuar..isto não obstante estar escrito no plano jurídico que é necessária a aprovação de todos os países.
A doutora Elsa Ferreira por seu lado disse que era preciso repetir o referendo na Irlanda…como quem diz “ se não vai a bem vai a mal”.
Mas não vimos nenhum jornalista questionar porque é que não se fizeram referendos nos restantes países da União nem porque é que simplesmente se tinha ignorado os anteriores “ não” em referendos fritos na França e Holanda a versões similares do tratado.

Que os senhores que entendem governar em nosso nome defendam interesses muito particulares, percebe-se. Mas os jornalistas..pelo menos aqueles que se dizem independentes…têm a obrigação de questionar e não simplesmente dizer” ámen” a tudo quanto lhesaparece

GANHAR NA SECRETARIA
 
  • Não, não vamos falar do “ apito dourado” ou de qualquer outro caso futebolístico. Falamos sim do referendo irlandês que “ chumbou” o chamado Tratado de Lisboa.
Na altura em que escrevemos o assunto tem sido objecto de vários debates nas estações televisivas. Assistimos a uns que se realizaram .na RTP1, SIC, Sicnotícias e RTPN.
Outros terá havido.
Por exemplo, o doutor Durão Barroso defendeu que o tratado deve continuar..isto não obstante estar escrito no plano jurídico que é necessária a aprovação de todos os países.
A doutora Elsa Ferreira por seu lado disse que era preciso repetir o referendo na Irlanda…como quem diz “ se não vai a bem vai a mal”.
Mas não vimos nenhum jornalista questionar porque é que não se fizeram referendos nos restantes países da União nem porque é que simplesmente se tinha ignorado os anteriores “ não” em referendos fritos na França e Holanda a versões similares do tratado.
Que os senhores que entendem governar em nosso nome defendam interesses muito particulares, percebe-se. Mas os jornalistas..pelo menos aqueles que se dizem independentes…têm a obrigação de questionar e não simplesmente dizer” ámen” a tudo quanto lhes aparece.
Por exemplo o D.Notícias de hoje titula... " Um milhãoanula tratado". Mas pelo menos foi um milhão de votantes e não meia dúzia de burocratas que se assume o direito de falarem nome de povos que não consultou.
E é isto Democracia?
sinto-me:

publicado por nuno1 às 12:12
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Sexta-feira, 13 de Junho de 2008

O POVO NãO DORME

  • Nuno

    O povo irlandês mostrou que ne todos somos " carneiros". .Aqueles que  como Sócrates em Portugal , renegaram o que tinham prometido-ou seja uima consulta popular- viram que afinal o POVO É QUEM MAIS ORDENA.
    Na única oportunidade que lhe deram rejeitou o que certos " senhores fabricaram.
    E agora ainda têm a " lata" de dizer que o process deve continuar contra a vontade popular...
    tenham vergonha.-..larguem os tachos.
    Nuno

  • ,

     

     


    publicado por nuno1 às 17:03
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    Terça-feira, 10 de Junho de 2008

    Meu rico dineirinho

     Lista dos Ministros e secretarios de Estado e locais
    >> onde estarão presentes.
    >> Luis Amado - Ministro dos negocios estrangeiros -
    >> Luxemburgo
    >> Rui Pereira - Ministro da Administração Interna -
    >> Brasilia - Brasil
    >> Mariano Gago - Ministro da Ciencia e do Ensino
    >> Superior - Venezuela
    >> Alberto Costa - Ministro da Justiça - Angola
    >> Augusto Santos Silva - Titular da Pasta do Assuntos
    >> Parlamentares - Cabo
    >> Verde
    >> José Antonio Pinto Ribeiro - Ministro da Cultura -
    >> S. Paulo - Brasil
    >> Manuel Pinho - Ministro da Economia - Espanha
    >> No que diz respeito aos secretários de Estado,
    >> marcarão presença nos
    >> seguintes países:
    >> Sec. de Estado das Comunidades Portuguesas, António
    >> Braga - Moçambique
    >> Sec. de Estado do Comércio, Serviços e Defesa do
    >> Consumidor, Fernando
    >> Serrasqueiro - África do Sul
    >> Sec. de Estado do Desenvolvimento Rural e Florestas,
    >> Ascenso Simões -
    >> Andorra
    >> Sec. de Estado do Tesouro e Finanças, Costa Pina -
    >> Alemanha
    >> Sec. de Estado da Juventude e Desporto, Laurentino
    >> Dias - Suíça
    >> Sec. de Estado da Saúde, Manuel Pizarro - Argentina
    >> Sec. de Estado Adjunta e da Reabilitação, Idália
    >> Moniz - Holanda
    >> Sec. de Estado da Justiça, João Tiago Silveira -
    >> Inglaterra
    >> Sec. de Estado da Administração Interna, João
    >> Figueiredo - Uruguai
    >> Sec. de Estado da Presidência do Conselho de
    >> Ministros, Jorge Lacão -
    >> Estados Unidos da América
    >> Sec. de Estado dos Transportes, Ana Paula Vitorino -
    >> França
    >> Sec. de Estado da Segurança Social, Pedro Marques -
    >> Austrália
    >> Sec. de Estado Adjunto e da Educação, Jorge Pedreira
    >> - Macau
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    publicado por nuno1 às 21:12
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    Sexta-feira, 6 de Junho de 2008

    Espertinho

    Num exame de Química

     - Qual a diferença entre solução e dissolução?

    Resposta do aluno:

     - Se colocarmos um membro do governo em ácido sulfúrico e esperarmos
    que se dissolva, temos uma dissolução; se fizermos o mesmo com o
    governo inteiro    obtemos a solução.


                           MUITO BOM.

     

     

     


     

    sinto-me:

    publicado por nuno1 às 21:50
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    Segunda-feira, 2 de Junho de 2008

    Está explicado...

    ANEDOTA em que se transformou o 'País do Sócrates':

    -Uma adolescente de 16 anos pode fazer livremente um aborto mas não pode pôr um piercing.

    -Um cônjuge para se divorciar, basta pedir.

    -Um empregador para despedir um trabalhador que o agrediu, precisa de uma sentença judicial que demora 5 anos a sair.

    -Na escola, um professor é agredido por um aluno. O professor nada pode fazer, porque a sua progressão na carreira está dependente da nota que dá ao seu aluno.

    -Um jovem de 18 anos recebe €200 do Estado para não trabalhar; um idoso recebe de reforma €236 depois de toda uma vida do trabalho.

    -Um marido oferece um anel à sua mulher e tem de declarar a doação ao fisco.

    -O mesmo fisco penhora indevidamente o salário de um trabalhador e demora 3 anos a corrigir o erro.

    -O Estado que queria gastar 6 mil milhões de euros no novo Aeroporto da Ota, recusa-se a baixar impostos porque não tem dinheiro.

    -Nas zonas mais problemáticas das áreas urbanas existe 1 polícia para cada 2 000 habitantes; o Governo diz que não precisa de mais polícias.

    -Numa empreitada pública, os trabalhadores são todos imigrantes ilegais, que recebem abaixo do salário mínimo e o Estado não fiscaliza.

    -Num café, o proprietário vê o seu estabelecimento ser encerrado só porque não tinha uma placa a dizer que é proibido fumar.

    -Um cão ataca uma criança e o Governo diz que vai fazer uma lei.

    -Um professor é sovado por um aluno e o Governo diz que a culpa á das causas sociais.

    -O IVA de um preservativo é 5%. O IVA de uma cadeirinha de automóvel, obrigatória para quem tem filhos até aos 12 anos, assim como o das fraldas descartáveis, é 21%.

    -Numa entrevista à televisão, o Primeiro-Ministro define a Política como 'A Arte de aprender a viver com a decepção'.

    -Um polícia bate num negro, é uma atitude racista; um bando de negros mata 3 polícias, não estão inseridos na sociedade.

    - Um presidente de um clube de futebol, fala com o árbitro para favorecer a sua equipa, esta desce de divisão; se lhe der dinheiro são subtraídos 6 pontos.

    - Um clube inscreve mal um jogador, são lhe retirados 6 pontos; um clube suborna um árbitro, são lhe retirados 6 pontos.

    - O café da esquina fechou porque não tinha WC para homens, mulheres e empregados; no Fórum Montijo a WC da Pizza Hut fica a 100mts, nem tem local para lavar mãos.

    - O governo incentiva as pessoas a procurarem energias alternativas ao petróleo e depois multa quem coloca óleo vegetal nos carros porque não paga ISP (Imposto sobre produtos petrolíferos).

    - O ministério do ambiente incentiva o uso de meios alternativos ao combustível; no edifício do ministério do ambiente não há estacionamento para bicicletas, nem se sabe de algum ministro que utiliza a bicicleta.

    - Nas prisões são distribuídas gratuitamente seringas por causa do HIV, mas como entra droga nas prisões?

    - No exame final do 12º ano és apanhado a copiar chumbas o ano; o primeiro-ministro fez o exame de inglês técnico em casa e mandou por faxe e é engenheiro.

    - Um jovem de 14 mata um adulto, não tem idade para ir a tribunal; um jovem de 15 leva um chapada do pai, por ter roubado dinheiro para droga é violência doméstica.

    - Uma família a quem uma casa ruiu e não tem dinheiro para comprar outra, o estado não tem dinheiro para fazer uma nova e tem de viver conforme pode; 6 presos que mataram e violaram idosos, estão numa cela de 4 e sem wc privado, não estão a viver condignamente e a associação de direitos humanos faz queixa ao tribunal europeu.

    - Militares que combateram em África a mando do governo da época, não lhes é reconhecido nenhuma causa nem direito de guerra; o primeiro-ministro elogia as tropas que estão em defesa da pátria no KOSOSO, AFEGANISTÃO E IRAQUE.

    - Começas a descontar em Janeiro o IRS e só vais receber o excesso em Agosto do ano que vem; não pagas às finanças a tempo e horas, passado um dia já estás a pagar juros.

    - Fechas a janela da tua varanda e estás a fazer uma obra ilegal; constrói-se um bairro de lata e ninguém vê.

    - Se o teu filho não tem cabeça para a escola e com 14 anos o pões a trabalhar contigo num ofício respeitável, é exploração do trabalho infantil. Se és artista e o teu filho com 7 anos participa em gravações de telenovelas 8 horas por dia ou mais, a criança tem muito talento, sai ao pai ou à mãe.

    - O primeiro-ministro diz que o serviço de saúde com as medidas tomadas está mais prático e eficiente. Não há registo de na última década alguém ter visto ministro, esposa ou enteados nos SAP´s.

    -- ETC


    publicado por nuno1 às 18:01
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    Sexta-feira, 30 de Maio de 2008

    Coitadinhos

    Isto é NORMA no PARLAMENTO onde estão aqueles CROMOS que votam as leis ( para eles, claro)

    Exemplo:
    Um deputado de LISBOA concorre por AVEIRO e fica com o SUBSÍDIO de DESLOCAÇÃO ... tadinho !!!!!!!!!!!!!


     

    O ministro das Finanças autorizou a concessão de um subsídio de Alojamento a Ascenso Simões, secretário de Estado da Protecção Civil, no montante de 75% do valor das ajudas de custo estabelecidas para os vencimentos superiores ao índice 405 da Função Pública, ou seja, são mais 1300 euros por mês.

     
     


    publicado por nuno1 às 20:42
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    A Força dos blogs

     

    BLOGS E S.M.S.
     
    ·       Durante um dos seus noticiários a SIC dedicou um largo espaço aos chamados blogs que se publicam na Internet.
    E foi curioso ver como certos senhores que nas suas crónicas habituais insultam tudo e todos se insurgiram contra os blogs, argumentando que muitos deles se servem do anonimato para insultar outrem.
    Sem excluir casos de abusos, que os há em toda a parte, não podemos deixar de considerar que os blogs são um fenómeno novo e que através deles muitos cidadãos conseguem transmitir ideias que, por muito válidas que o fossem, não teriam possibilidade de ser publicados nos grandes meios da comunicação social.
    Na verdade esses grandes meios, desde as Tvs à imprensa cor de rosa, passando por muita da dita “imprensa de referência” obedecem a interesses de ordem puramente comercial ou pior ainda aos interesses políticos de grandes grupos económicos.
    Os blogs , cujo controle tem por enquanto escapado a esses senhores são talvez a ultima forma que um cidadão comum tem de fazer ouvir a sua voz.
    Por isso eles se multiplicam incomodando muita gente.
    Quem diz blogs diz S.M.S…uma forma nova de rapidamente as pessoas se comunicarem umas com as outras e que ainda recentemente deu resultados espectaculares no bloqueio às bombas de gasolina, como já há uns anos tinha dado nas eleições espanholas onde as mentiras do governo de então foram desmascaradas.

    publicado por nuno1 às 18:50
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    Quinta-feira, 29 de Maio de 2008

    E continua...

     

    HIPOCRISIA
     
     
    • Dizem os senhores do governo que não fazem eleitoralismo.
    • Mas..mais uma…desses malandros.
    • Vão subsidiar os passes sociais( dizem para minorar os sacrifícios dos portugueses)
    • Mas só em Lisboa e Porto…
    • Será porque é aqui que se concentram os votantes que “ eles” esperam enganar mais uma vez???
    • E o resto de Portugal não conta…Claro que não
    • Já agora..quem viu o debate de ontem entre os candidatos à chefia do P.S.D.?
    • Foi ou não o vazio absolutao….?
    • Com uns e outros quem se…. É o mexilhão
    sinto-me:

    publicado por nuno1 às 14:53
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    Terça-feira, 27 de Maio de 2008

    Para reflexão

    Com a devida vénia transcrevemos texto do jornalista Baptista Bastos

     

    Cada vez mais nos afastamos uns dos outros. Trespassamo-nos sem nos ver. Caminhamos nas ruas com a apática indiferença de sequer sabermos quem somos. Nem interessados estamos em o saber. Os dias deixaram de ser a aventura do imprevisto e a magia do improviso para se transformarem na amarga rotina do viver português e do existir em Portugal.



    Deixámos cair a cultura da revolta. Não falamos de nós. Enredamo-nos na futilidade das coisas inúteis, como se fossem o atordoamento ou o sedativo das nossas dores. E as nossas dores não são, apenas, d'alma: são, também, dores físicas.



    Lemos os jornais e não acreditamos. Lemos, é como quem diz – os que lêem. As televisões são a vergonha do pensamento. Os comentadores tocam pela mesma pauta e sopram a mesma música. Há longos anos que a análise dos nossos problemas está entregue a pessoas que não suscitam inquietação em quem os ouve. Uma anestesia geral parece ter sido adicionada ao corpo da nação.



    Um amigo meu, professor em Lille, envia-me um email. Há muitos anos, deixou Portugal. Esteve, agora, por aqui. Lança-me um apelo veemente e dorido: 'Que se passa com a nossa terra? Parece um país morto. A garra portuguesa foi aparada ou cortada por uma clique, espalhada por todos os sectores da vida nacional e que de tudo tomou conta. Indignem-se em massa, como dizia o Soares.'



    Nunca é de mais repetir o drama que se abateu sobre a maioria. Enquanto dois milhões de miúdos vivem na miséria, os bancos obtiveram lucros de 7,9 milhões por dia. Há qualquer coisa de podre e de inquietantemente injusto nestes números. Dir-se-á que não há relação de causa e efeito. Há, claro que há. Qualquer economista sério encontrará associações entre os abismos da pobreza e da fome e os cumes ostensivos das riquezas adquiridas muitas vezes não se sabe como.



    Prepara-se (preparam os 'socialistas modernos' de Sócrates) a privatização de quase tudo, especialmente da saúde, o mais rendível. E o primeiro-ministro, naquela despudorada 'entrevista' à SIC, declama que está a defender o SNS! O desemprego atinge picos elevadíssimos. Sócrates diz exactamente o contrário. A mentira constitui, hoje, um desporto particularmente requintado. É impossível ver qualquer membro deste Governo sem ser assaltado por uma repugnância visceral. O carácter desta gente é inexistente. Nenhum deles vai aos jornais, às Televisões e às Rádios falar verdade, contar a evidência. E a evidência é a fome, a miséria, a tristeza do nosso amargo viver; os nossos velhos a morrer nos jardins, com reformas de não chegam para comer quanto mais para adquirir remédios; os nossos jovens a tentar a sorte no estrangeiro, ou a desafiar a morte nas drogas; a iliteracia, a ignorância, o túnel negro sem fim.



    Diz-se que, nas próximas eleições, este agrupamento voltará a ganhar. Diz-se que a alternativa é pior. Diz-se que estamos desgraçados. Diz um general que recebe pressões constantes para encabeçar um movimento de indignação. Diz-se que, um dia destes, rebenta uma explosão social com imprevisíveis consequências. Diz a SEDES, com alguns anos de atraso, como, aliás, é seu timbre, que a crise é muito má. Diz-se, diz-se.



    Bem gostaríamos de saber o que dizem Mário Soares, António Arnaut, Manuel Alegre, Ana Gomes, Ferro Rodrigues (não sei quem mais, porque socialistas, socialistas, poucos há) acerca deste descalabro. Não é só dizer: é fazer, é agir. O facto, meramente circunstancial, de este PS ter conquistado a maioria absoluta não legitima as atrocidades governamentais, que sobem em escalada. O paliativo da substituição do sinistro Correia de Campos pela dr.ª Ana Jorge não passa de isso mesmo: paliativo. Apenas para toldar os olhos de quem ainda deseja ver, porque há outros que não vêem porque não querem.



    A aceitação acrítica das decisões governamentais está coligada com a cumplicidade. Quando Vieira da Silva expõe um ar compungido, perante os relatórios internacionais sobre a miséria portuguesa, alguém lhe devia dizer para ter vergonha. Não se resolve este magno problema com a distribuição de umas migalhas, que possuem sempre o aspecto da caridadezinha fascista. Um socialista a sério jamais procedia daquele modo. E há soluções adequadas. O acréscimo do desemprego está na base deste atroz retrocesso.



    Vivemos num país que já nada tem a ver com o País de Abril. Aliás, penso, seriamente, que pouco tem a ver com a democracia. O quero, posso e mando de José Sócrates, o estilo hirto e autoritário, moldado em Cavaco, significa que nem tudo foi extirpado do que de pior existe nos políticos portugueses. Há um ranço salazarista nesta gente. E, com a passagem dos dias, cada vez mais se me acentua a ideia de que a saída só reside na cultura da revolta.


     

     

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    <p><span style="font-size: larger">Com a devida vénia transcrevemos texto do jornalista Baptista Bastos</span></p> <p> </p> <p><span style="font-size: larger"><font color="#990000">Cada vez mais nos afastamos uns dos outros. Trespassamo-nos sem nos ver. Caminhamos nas ruas com a apática indiferença de sequer sabermos quem somos. Nem interessados estamos em o saber. Os dias deixaram de ser a aventura do imprevisto e a magia do improviso para se transformarem na amarga rotina do viver português e do existir em Portugal.<br /> <br /> <br /> <br /> Deixámos cair a cultura da revolta. Não falamos de nós. Enredamo-nos na futilidade das coisas inúteis, como se fossem o atordoamento ou o sedativo das nossas dores. E as nossas dores não são, apenas, d'alma: são, também, dores físicas.<br /> <br /> <br /> <br /> Lemos os jornais e não acreditamos. Lemos, é como quem diz &ndash; os que lêem. As televisões são a vergonha do pensamento. Os comentadores tocam pela mesma pauta e sopram a mesma música. Há longos anos que a análise dos nossos problemas está entregue a pessoas que não suscitam inquietação em quem os ouve. Uma anestesia geral parece ter sido adicionada ao corpo da nação.<br /> <br /> <br /> <br /> Um amigo meu, professor em Lille, envia-me um email. Há muitos anos, deixou Portugal. Esteve, agora, por aqui. Lança-me um apelo veemente e dorido: 'Que se passa com a nossa terra? Parece um país morto. A garra portuguesa foi aparada ou cortada por uma clique, espalhada por todos os sectores da vida nacional e que de tudo tomou conta. Indignem-se em massa, como dizia o Soares.'<br /> <br /> <br /> <br /> Nunca é de mais repetir o drama que se abateu sobre a maioria. Enquanto dois milhões de miúdos vivem na miséria, os bancos obtiveram lucros de 7,9 milhões por dia. Há qualquer coisa de podre e de inquietantemente injusto nestes números. Dir-se-á que não há relação de causa e efeito. Há, claro que há. Qualquer economista sério encontrará associações entre os abismos da pobreza e da fome e os cumes ostensivos das riquezas adquiridas muitas vezes não se sabe como.<br /> <br /> <br /> <br /> Prepara-se (preparam os 'socialistas modernos' de Sócrates) a privatização de quase tudo, especialmente da saúde, o mais rendível. E o primeiro-ministro, naquela despudorada 'entrevista' à SIC, declama que está a defender o SNS! O desemprego atinge picos elevadíssimos. Sócrates diz exactamente o contrário. A mentira constitui, hoje, um desporto particularmente requintado. É impossível ver qualquer membro deste Governo sem ser assaltado por uma repugnância visceral. O carácter desta gente é inexistente. Nenhum deles vai aos jornais, às Televisões e às Rádios falar verdade, contar a evidência. E a evidência é a fome, a miséria, a tristeza do nosso amargo viver; os nossos velhos a morrer nos jardins, com reformas de não chegam para comer quanto mais para adquirir remédios; os nossos jovens a tentar a sorte no estrangeiro, ou a desafiar a morte nas drogas; a iliteracia, a ignorância, o túnel negro sem fim.<br /> <br /> <br /> <br /> Diz-se que, nas próximas eleições, este agrupamento voltará a ganhar. Diz-se que a alternativa é pior. Diz-se que estamos desgraçados. Diz um general que recebe pressões constantes para encabeçar um movimento de indignação. Diz-se que, um dia destes, rebenta uma explosão social com imprevisíveis consequências. Diz a SEDES, com alguns anos de atraso, como, aliás, é seu timbre, que a crise é muito má. Diz-se, diz-se.<br /> <br /> <br /> <br /> Bem gostaríamos de saber o que dizem Mário Soares, António Arnaut, Manuel Alegre, Ana Gomes, Ferro Rodrigues (não sei quem mais, porque socialistas, socialistas, poucos há) acerca deste descalabro. Não é só dizer: é fazer, é agir. O facto, meramente circunstancial, de este PS ter conquistado a maioria absoluta não legitima as atrocidades governamentais, que sobem em escalada. O paliativo da substituição do sinistro Correia de Campos pela dr.ª Ana Jorge não passa de isso mesmo: paliativo. Apenas para toldar os olhos de quem ainda deseja ver, porque há outros que não vêem porque não querem.<br /> <br /> <br /> <br /> A aceitação acrítica das decisões governamentais está coligada com a cumplicidade. Quando Vieira da Silva expõe um ar compungido, perante os relatórios internacionais sobre a miséria portuguesa, alguém lhe devia dizer para ter vergonha. Não se resolve este magno problema com a distribuição de umas migalhas, que possuem sempre o aspecto da caridadezinha fascista. Um socialista a sério jamais procedia daquele modo. E há soluções adequadas. O acréscimo do desemprego está na base deste atroz retrocesso.<br /> <br /> <br /> <br /> Vivemos num país que já nada tem a ver com o País de Abril. Aliás, penso, seriamente, que pouco tem a ver com a democracia. O quero, posso e mando de José Sócrates, o estilo hirto e autoritário, moldado em Cavaco, significa que nem tudo foi extirpado do que de pior existe nos políticos portugueses. Há um ranço salazarista nesta gente. E, com a passagem dos dias, cada vez mais se me acentua a ideia de que a saída só reside na cultura da revolta.<br /> <br /> <br /> </font></span></p> <div style="clear: both; padding-bottom: 0.25em"> </div> <p> </p> <p class="post-footer">posted by Lumife @ <a title="permanent link" href="http://bxalentejo.blogspot.com/2008/05/o-rano-salazarista.html" rel="noopener"><font color="#334477">5/23/2008 11:07:00 AM</font></a>   <a class="comment-link" location.href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=14608413&amp;postID=1165703493123837462;" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=14608413&amp;postID=1165703493123837462" rel="noopener"><font color="#334477">10 comments</font></a> <span class="item-control blog-admin pid-251686272"><a title="Editar mensagem" style="border-top-style: none; border-right-style: none; border-left-style: none; border-bottom-style: none" href="http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=14608413&amp;postID=1165703493123837462" rel="noopener"><img class="icon-action" alt="" src="http://www.blogger.com/img/icon18_edit_allbkg.gif" /></a></span></p> <!-- End .post --><!-- Begin #comments --><!-- End #comments --> <h2 class="date-header">Quinta-feira, Maio 22, 2008</h2> <!-- Begin .post -->

    publicado por nuno1 às 17:00
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